segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O VOO DA FÊNIX

Garras arrancadas pela perfídia dos homens
Segredos imaculados em nome do amor
Arrancaram tua mais inocente sensualidade
Tua mente rasgada e queimada
Ave lendária que renasce das cinzas

Quase eternas, geram seus filhos
Mediante o fim da sua
Preservam sua própria ressurreição
A partir do seu corpo
Voltam como filha

Não despenca dos rochedos
Voa mais alto, vai longe
Tua dor te carrega
Te eterniza na alma daquilo que foi
Transmuta das cinzas que o céu é teu

Transcende teu horror
Retorna do nada e te perpetua
Teu instinto conhece o caminho
Faz teu fogo e sucumbe
E das cinzas, levanta e voa

Te alimenta de incenso
Carrega elefantes nas costas
Tua cor confunde o sol
Queima e reluz pra vida
Seja feliz...Eternamente..

1 Comentário:

arlete disse...

Voe muito, vc não exitiria sem voar,quisera eu interceptar teu rumo para quem sabe ter abrigo nessa viagem...talvez eu não tenha a leveza das tuas asas para poder alcançar tua rota...voe...um beijo Arlete